terça-feira, 1 de junho de 2010

Duas bolas, por favor - Danuza Leão


Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,
contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido..
Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.

A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.

E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação....
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.

Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente.

OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Marcos do desenvolvimento: 1 a 6 meses


O que esperar do seu bebê:

Um mês

• Levanta a cabeça
• Reage a sons
• Olha fixo para rostos
• Segue objetos com o olhar
• Emite sons de vogal ("a", "u")
• Enxerga desenhos em branco e preto
• Sorri
• Dá gargalhada
• Levanta a cabeça num ângulo de 45 graus

Dois meses

• Vocaliza sons como "agu" e "arru"
• Segue objetos com o olhar
• Mantém a cabeça erguida por curtos períodos
• Sorri, dá gargalhadas
• Levanta a cabeça num ângulo de 45 graus
• Movimentos ficam menos bruscos
• Segura a cabeça com firmeza
• Apóia peso nas pernas
• Pode levantar a cabeça e os ombros (miniflexão de braços)

Três meses

• Dá gargalhadas
• Segura a cabeça com firmeza
• Reconhece seu rosto e seu cheiro
• Dá gritinhos, faz "agu" e "arru"
• Reconhece sua voz
• Faz miniflexões de braço
• Vira a cabeça na direção de barulhos altos
• Junta as mãos e bate a mão nos brinquedos
• Consegue se virar deitada

Quatro meses

• Segura a cabeça com firmeza
• Consegue apoiar o peso nas pernas
• Responde com sons quando você fala com ela
• Consegue segurar um brinquedo
• Estica o braço para pegar objetos
• Consegue se virar deitada
• Imita sons da fala -- "baba", "dada"
• Pode aparecer o primeiro dente

Cinco meses

• Consegue distinguir cores primárias
• Consegue se virar deitada
• Consegue se distrair com as mãos e os pés
• Vira na direção de barulhos novos
• Reconhece o próprio nome
• Fica um pouquinho sentada sem apoio
• Põe objetos na boca
• Pode surgir o medo de estranhos
• Pode estar pronta para comer alimentos sólidos

Seis meses

• Vira na direção de sons e vozes
• Imita sons, faz bolinhas de cuspe
• Rola nas duas direções quando deitada
• Estica o braço para pegar objetos e os põe na boca
• Senta sem apoio
• Está pronta para alimentos sólidos
• Pode se arrastar para a frente ou começar a engatinhar
• Pode "conversar" ou combinar sílabas
• Pode puxar objetos em sua direção

sábado, 29 de maio de 2010

Sete motivos para o choro do bebê e o que fazer para acalmá-lo


Por que os bebês choram?

Todo bebê chora. Eles não têm outra saída. Até bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Como não podem fazer nada sozinhos, os bebês precisam dos outros para conseguir a comida, o calor e o conforto de que precisam.

Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar essas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você e seu companheiro vão começar a distinguir um pouco melhor cada choro do bebê, e farão o que ele quer mais rápido -- o que deve representar menos choradeira.

À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos e até sorriem. Tudo isso reduz a necessidade de choro. Os motivos mais comuns para o chororô dos bebês estão na lista abaixo. Se seu bebê não pára de chorar, experimente ir seguindo a lista item a item. Mesmo que nada dê certo, você vai ficar mais tranquila de saber que fez tudo o que podia para consolar seu filho.

• Preciso comer

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome. Isso só não acontece no primeiro ou no segundo dia depois do nascimento, pois nessa fase há crianças que quase não se alimentam. Se você está amamentando, percebe isso fácil, pois o colostro, aquele riquíssimo primeiro leite, é produzido em quantidades pequenas. O leite mesmo só "desce" por volta do terceiro dia. O recém-nascido tem o estômago pequeno, que não aguenta uma quantidade muito grande de leite.

Assim, se o bebê chorar, tente oferecer leite. Pode ser que ele não pare de chorar na hora, mas deixe-o mamar. Conforme o estômago dele for se enchendo, ele deve se acalmar. Caso o bebê já esteja de barriga cheia e continue chorando, talvez esteja querendo dizer a próxima coisa da lista.

• Preciso ficar mais confortável

Com toda razão, os bebês reclamam se a roupa está apertada demais ou se estão com a fralda suja de cocô. Há bebês que não estão nem aí se a fralda está com cocô -- é um quentinho gostoso --, e há outros que querem ser trocados na hora, principalmente se estiverem com a pele irritada. Verifique a fralda do seu filho e troque-a, se necessário. Talvez isso resolva o choro, portanto sempre vale a pena tentar.

Aproveite para olhar se não tem nenhuma roupa apertando demais ou alguma outra coisa incomodando, como um fio de cabelo seu enrolado nos dedinhos dele.

• Preciso ficar na temperatura ideal -- nem quente demais nem frio demais

Certos recém-nascidos detestam ficar pelados para a troca ou para o banho. Não estão acostumados a sentir o contato do ar com a pele e preferem ficar de roupa. Se seu bebê for um desses, você logo vai aprender a trocar a fralda em velocidade recorde, para acabar com as reclamações.

Tome cuidado para não exagerar nas roupas, senão a criança vai ficar com calor. Uma regra simples é deixar o bebê com um pouco mais de roupa que a sua: se você está de short e camiseta, pode colocar um macacãozinho comprido de algodão sem nada por baixo. Se você está de calça comprida e blusa de manga comprida, ponha nele um macacão com body e "mijão" por baixo.

Um bom jeito de verificar a temperatura do bebê é sentir a barriga dele. Se ela estiver quente e suando, tire um pouco de roupa. Se ela estiver fria, agasalhe-o mais. Não vá pelas mãos e pelos pés, porque eles tendem a ficar mais frios que o resto do corpo.

Cuidado para não exagerar nos cobertores na hora de dormir. O melhor é colocar uma mantinha embaixo das axilas do bebê, para não correr o risco de ele se enrolar nas cobertas.

• Preciso de colo

Há bebês que precisam de mais colo para se sentir seguros. Crianças um pouco mais velhas já se acalmam só de ver você no quarto ou ouvir sua voz, mas os pequenininhos precisam do contato físico. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Muita gente tem medo de "estragar" o bebê se der colo demais, mas nos primeiros meses de vida isso não acontece. As crianças são diferentes entre si: algumas não precisam de tanto contato físico, e outras querem ficar no colo quase o tempo todo. Se seu filho for da turma do colinho, você pode usar outras estratégias, como o canguru ou o sling (uma espécie de rede), que mantêm o bebê perto de você mas liberam suas mãos para fazer outras coisas.

• Preciso descansar

Seria ótimo se os bebês simplesmente fechassem os olhos e dormissem sempre que estivessem cansados, mas muitas vezes eles não conseguem fazer isso. Pode ser por agitação -- um dia cheio de visitas e atividades pode deixar o recém-nascido muito excitado, e ele tem dificuldade para "desligar". O excesso de estímulo -- luzes, barulho, passar de colo em colo -- pode deixar o recém-nascido inquieto, e é isso o que muitos pais percebem.

O bebê fica difícil no fim do dia, ou quando a casa está cheia. Talvez o bebê esteja só dizendo: "Chega". Experimente levá-lo para um lugar calmo, reduzindo o nível de estímulo. Pode ser que ele ainda chore mais um pouco, mas que depois finalmente se tranquilize e durma.

• Preciso me sentir melhor

Se você já deu de mamar, já verificou se ele está confortável, e mesmo assim seu filho continua chorando, é inevitável começar a pensar que talvez ele esteja com alguma dor. Para pais de primeira viagem é especialmente difícil saber se a criança fica insatisfeita com frequência só por temperamento (o que acontece com algumas delas, já que leva mais tempo para elas se adaptarem à vida fora do útero) ou se há algo de errado.

Quando o bebê está com alguma dor, ele chora num tom diferente do choro normal -- pode ser um choro mais desesperado, ou mais gritado. Por outro lado, para um bebê que chora bastante por natureza, o silêncio é que pode ser o sinal de que há algo errado.

O mais importante é lembrar que você conhece o seu filho melhor que qualquer outra pessoa. Se você sentir que há alguma coisa errada, dê uma ligada para o médico. Profissionais de saúde podem tranquilizar você sobre o choro, para que você tenha certeza de que a causa não é física.

Sempre procure o médico se o bebê tiver dificuldade para respirar enquanto chora, ou se o choro for acompanhado de vômitos, diarréia ou prisão de ventre muito prolongada. Para mais orientações, consulte nosso texto sobre quando procurar o médico.

• Preciso de alguma coisa... mas não sei o quê

Haverá ocasiões em que você não vai conseguir descobrir o que está fazendo o bebê chorar. Muitos recém-nascidos passam por períodos de inquietação, e são difíceis de acalmar. A choradeira pode durar alguns minutos ou então horas a fio. O quadro de choro constante e inconsolável às vezes recebe o nome de cólica.

Oficialmente, a cólica é definida pelo choro inconsolável por pelo menos três horas ao dia, e que aconteça pelo menos três vezes por semana. É muito difícil lidar com um bebê com cólica. A família inteira sofre e fica estressada. Se você conseguir, tente se concentrar no fato de que isso vai passar.

A maioria dos bebês supera a cólica por volta dos 3 meses. Para mais idéias, leia nossas estratégias sobre como lidar com a cólica.


O bebê não pára de chorar. O que fazer?

Você pode tentar algumas técnicas para consolar seu filho. Nem todas funcionam com todos os bebês, por isso, conforme você for se familiarizando com seu filho, vai perceber qual combina mais com a personalidade dele.

• Segure o bebê bem perto de você, no colo, e tente enrolá-lo numa manta

Os recém-nascidos gostam de se sentir apertadinhos, como estavam dentro do útero, o que lhes dá segurança. Você pode experimentar enrolar o bebê numa manta leve e ver se ele gosta, sem apertar muito. O contato físico, no colo, principalmente se o bebê conseguir ouvir seu coração, costuma ajudar -- e você provavelmente fará isso por instinto.

Há crianças, porém, que não gostam de ficar enroladas na manta, e que preferem outras formas de reconforto, como o balanço ou a música.

• Ache um ritmo constante

Dentro do útero, o bebê ouvia os batimentos do coração da mãe. Depois que nascem, continuam gostando de ficar no colo, perto do som conhecido. Mas dá para tentar encontrar outros sons repetitivos e regulares como as batidas do coração, que tenham um efeito calmante. Às vezes, um ambiente mais barulhento, como o meio de uma conversa animada, acalma o bebê, por incrível que pareça.

• Nine o bebê

A maioria dos bebês adora ser ninado, com um leve balanço, e o seu tem grandes chances de gostar também. Pode ser caminhando com ele no colo ou sentada na cadeira de balanço. O carro também costuma ter um efeito relaxante. Grande parte dos bebês dorme com o balanço do carro.

Mas guarde essa alternativa para último recurso -- não vai ser muito agradável ter de sair de carro todas as noites. Evite condicionar o sono ao ato de ninar.

• Tente fazer uma massagem

Fazer uma massagem suave ou acariciar as costas ou a barriga do bebê pode ajudar a acalmá-lo. Se seu filho parece estar sofrendo de gases, tente colocá-lo para mamar numa posição mais ereta, e não deixe de fazê-lo arrotar depois. Você pode também fazer o movimento de "bicicleta" nas perninhas do bebê, para ajudá-lo a soltar os gases que o incomodam.

• Deixe-o chupar alguma coisa

Certos recém-nascidos têm uma necessidade muito grande de sugar alguma coisa, e chupar uma chupeta ou o dedo pode ser bem reconfortante. Esse tipo de sucção torna os batimentos cardíacos do bebê mais regulares, relaxa o sistema digestivo dele e o ajuda a se acalmar.

• Não exija muito de si mesma

Um bebê que passa o tempo todo chorando não está se prejudicando, mas com certeza está descabelando a família inteira (e os vizinhos também). Se seu filho continua infeliz, mesmo com todos os esforços para acalmá-lo, talvez você acabe se sentindo rejeitada.

Quando esse tipo de situação acontece, os pais costumam se culpar, atribuindo o choro incessante a sua incompetência como pais, mas quase nunca essa é a causa. Se você sabe que seu bebê está alimentado e confortável e que ele não está doente, e se já tentou de tudo, mas nada adiantou, é melhor dar um tempo e pensar um pouco em você -- senão fica difícil de aguentar. Veja algumas sugestões:

• Respire fundo.

• Se ajudar, use um fone de ouvido e ouça um pouco de música.

• Peça ajuda para uma amiga ou um parente. Deixe seu companheiro ou a avó assumirem os cuidados com o bebê, para você descansar um pouco a cabeça, nem que seja só enquanto toma um bom banho, com o rádio ligado para não ouvir o choro.

• Tenha sempre em mente que não há nada de errado com o bebê, e que o choro não vai prejudicá-lo. Pode ser que você fique bem mais tranquila se aceitar que seu filho chora bastante e ponto. É o temperamento dele. Pelo menos assim não precisará ficar maluca procurando os motivos do choro, nem se culpar, nem tentar mil e uma estratégias que nunca funcionam.

• Lembre: é só uma fase, e vai passar.

Já é difícil ter um recém-nascido em casa. Ter em casa um recém-nascido que não pára de chorar é mais difícil ainda. Aceite a ajuda das pessoas, em vez de deixar a situação ir piorando. E console-se com o fato de que a cada dia que passa seu bebê cresce, e aprende novas formas de se comunicar com você. Aos poucos, o chororô vai passar.

REDES SOCIAIS E SEUS RISCOS (By Cássio Menezes)


Será que as pessoas não se preocupam com seus posts nas redes sociais? Já vi de tudo! Desde foto intima no orkut, endereços, números de cartão de crédito divulgados publicamente e até diretor de empresa demitido por ter falado besteira no twitter. É realmente de assustar!

Se você parar um pouco e procurar, você consegue encontrar simplesmente tudo sobre qualquer um. Não precisa ser nenhum especialista em segurança ou hacker, basta navegar pelas redes e saber usar o google. Por isso, não é raro vermos notícias de sequestros, extorsões, pedofilia, bullying e outras ameaças relacionadas ao uso (ou mau uso) de redes sociais.

Não estou aqui querendo desmotivar o uso dessas redes. Não é isso! Minha intenção é motivar o uso consciente e seguro. Até porque não podemos ignorar os inúmeros benefícios dessas ferramentas: aproximação das pessoas, publicidade, oportunidades de negócio, divertimento, etc. Semana passada, em conversa com colegas de trabalho alguém nos contou um caso de uma pessoa que havia ficado presa no elevador e foi rapidamente resgatada graças ao seu post no twitter que foi visto por seus seguidores. Outro exemplo positivo são as inúmeras campanhas bem sucedides no twitter para doação de sangue.

Apesar dessas grandes vantagens, o fato é que a maioria das pessoas não tem a noção do perigo gerado pelo mau uso dessas ferramentas. Há quem poste exatamente todos os seus passos no twitter ou nas páginas de recado do orkut. E o pior: a maioria das pessoas não tem o mínimo de cuidado com suas senhas. Recentemente, li uma notícia sobre a venda de 1.5 milhões de contas roubadas por crackers do Facebook (uma das redes sociais mais populares do mundo).

Além disso, as pessoas sentem uma falsa sensação de seguraça na internet e não se deram conta de que os mesmos perigos que temos no mundo real, temos no "virtual". Não gosto muito desses dois termos (real e virtual) já que o dito "mundo virtual", de virtual não tem nada. O computador, as redes e a internet são simplesmente ferramentas do mundo real, tornando a vida mais prática.

Sou da opinião de que o uso consciente e seguro da internet deve ser levado a sério em nossas casas e principalmente com os nossos filhos, tornando-se disciplina obrigatória nas escolas. Prevenir com educação e conscientização! Eu apostaria nisso.

Cássio Menezes
http://cassiomenezes.blogspot.com/

Atualizando ditados...devido à evolução digital ...


1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. A arquivo dado não se olha o formato.

4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.

5. Para bom provedor uma senha basta.

6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

8. Hacker que ladra, não morde.

9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

10. Mouse sujo se limpa em casa.

11. Melhor prevenir do que formatar.

12. Quando um não quer, dois não teclam.

13. Quem clica seus males multiplica.

14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...

16. Quem não tem banda larga, caça com conexão discada.

17. Quem semeia e-mails, colhe spams.

18. Quem tem dedo vai a Roma.com

19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

20. Diga-me que computador tens e direi quem és.

21. Uma impressora disse para outra: - Essa folha é sua ou é impressão
minha.

22. Aluno de informática não cola, faz backup.

23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se
cola.

Essas crianças...

*O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um concurso em
que tinha sido convidado como jurado.*

*O objetivo era escolher a criança mais cuidadosa.*


*Eis alguns dos vencedores:*


*1.** Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa havia
falecido recentemente.*
*Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente
sentou-se em seu colo.*
*Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu:*
*- Nada. Só o ajudei a chorar.*


*2.** Os alunos da professora de primeira série Debbie Moon estavam
examinando uma foto de família.*
*Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos
demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada.*
*Logo uma menina falou:*
*- Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.*
*Logo outro aluno perguntou-lhe:*
*- O que significa "ser adotado"?*
*- Significa - disse a menina - que você cresceu no coração de sua mãe, e
não na barriga!*


*3.** Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso
no pequeno Jamie Scott. *
*Jamie estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse que
tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não fosse
escolhido.*
*No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para buscá-lo na
escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:
*
*- Adivinha o quê, mãe!*
*E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:*
*- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!*


*4.** Conta uma testemunha ocular de Nova York :*
*Num frio dia de dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10
anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a
vitrina e tremendo de frio.*
*Uma senhora se aproximou do rapaz e disse:*
*- Você está com pensamento tão profundo, olhando essa vitrina!*
*- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o
garoto...*
*A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao atendente para dar
meia duzia de pares de meias para o menino. Ela também perguntou se poderia
conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O balconista rapidamente
atendeu-a e ela levou o garoto para a parte detrás da loja e, tirando as
luvas, se ajoelhou e lavou seus pés pequenos e secou-os com a toalha.*
*Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Calçando-as nos pés
do garoto, ela também comprou-lhe um par de sapatos. *
*Ela amarrou os outros pares de meias e entregou-lhe. Deu um tapinha
carinhoso em sua cabeça e disse:*
*- Sem dúvida, vai ser mais confortável agora.*
*Como ela logo se virou para ir, o garoto segurou-lhe a mão, olhou seu
rosto diretamente, com l**á**grimas nos olhos e perguntou:*
*- Você é a mulher de Deus?*


*A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame de
verdade, ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho
que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos. A vida pode não
ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que
comemorar!!! Aprecie...**
**Deus te abençõe*

Nossa realidade

"Ainda existe tempo para rever conceitos, mudar paradigmas e viver com o
desejo de encontrar meios mais serenos para viver e ser feliz!
Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia,
do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz
nos seus mantos cor de açafrão.

Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala
de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados,
ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam
tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro
café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois
modelos produz felicidade?'

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e
perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'.
Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais
tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'. 'Que tanta
coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e
começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que
pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente
equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis
livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de
ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me
preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo,
vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma
maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da
subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu
quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem
nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo
é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais.
E somos também eticamente virtuais...

A palavra hoje é 'entretenimento'. Domingo, então, é o dia nacional da
imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se
apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a
publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que
felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante,
calçar este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O
problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira
o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem
resiste, aumenta a neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse
condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver
melhor. Aliás, para uma boa saúde mental, três requisitos são
indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as
cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil,
constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers
tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de
qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro
sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua,
sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela
musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas
capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas
sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se
deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial,
sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir
no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna,
irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc
Donald...

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas:
'Estou apenas fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares
espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar
a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como
vocês o assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa
existe de que não preciso para ser feliz!"

Frei Beto

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mãe

Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.

"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"

"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com seis meses.

Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!

Maternidade... que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

segunda-feira, 15 de março de 2010

VIDA NO VENTRE

"VIDA NO VENTRE" um documentário da National Geographic

Fonte: http://www.apfn.com.pt/documentario




INICIO
Apresentação do documentário (2:12 )



FECUNDAÇÃO
Conheça a viagem do espermatozóide até ao óvulo e a sua fecundação (3:39)



OS NOSSOS GENES
Conheça os cromossomas que contêm o nosso código genético, porque somos todos diferentes? (2:52)



6 SEMANAS
O início da gravidez. O desenvolvimento do bebê até à 6 semana (10:23)



DE 6 A 8 SEMANAS
Conheça o desenvolvimento das 6 às 8 semanas, o que é a placenta e quais as suas funções. Porque podemos enjoar no início da gravidez? (4:28)




9ª SEMANA
Como está o bebê à 9ª semana. O sistema nervoso. (2:23)




10ª SEMANA
A 1ª ecografia. Conheça o que é a ecografia, como funciona e para o que serve. Veja imagens incríveis das novas ecografias a 4 dimensões. Os gêmeos. (6:25)




11ª SEMANA
Como está o bebê à 11ª semana. O reflexo de andar.




12ª SEMANA
Como está o bebê à 12ª semana. Os órgãos sexuais. (1:35)




16ª SEMANA
Como está o bebê à 16ª semana. Inicia o seu processo de percepção do espaço à sua volta. O reflexo de agarrar. (5:31)




DA 18ª à 24ª SEMANA
O desenvolvimento das 18 às 24 semanas. O sistema digestivo. O reflexo de pestanejar. A 2ª ecografia. (3:58)




24ª SEMANA
Como está o bebê à 24ª semana. Os bebês prematuros. Os sentidos ganham vida. O paladar, o olfato e a visão. (7:17)




25ª SEMANA
Como está o bebê à 25ª semana. A continuação do desenvolvimento dos sentidos. A cor dos olhos. A audição. (7:10)




26ª SEMANA (I Parte)
Como está o bebê à 26ª semana. O reflexo do susto. O reflexo de chuchar. (3:37)




26ª SEMANA (II Parte)
O coração do bebê, já é possível ouvir através da barriga da mãe. Como as emoções da mãe afectam o bebê. Os soluços do bebê. Os pulmões. (5:32)




26ª SEMANA (III Parte)
Veja uma operação realizada dentro do útero com vista à resolução de um problema no diafragma do bebê. (3:23)



28ª SEMANA
Como está o bebê à 28ª semana. A memória, o bebê já está a guardar recordações. (6:17)




33ª SEMANA
Como está o bebê à 33ª semana. O nosso bebê já sonha. (3:46)




38ª SEMANA
Como está o bebê à 38ª semana. Os últimos dias dentro do útero. (2:05)




O PARTO
O parto. "O seu nascimento marca o início da sua viagem no mundo, mas ela já percorreu um caminho incrível durante a sua odisseia de 9 meses dentro do ventre" (7:39)

Quarentena


Incrível essa foto!
(retirada do blog
http://img61.imageshack.us/img61/223/dsc9630.jpg)


Quarentena

Quarentena ou resguardo são nomes populares para designar o puerpério, etapa da vida da mamãe que começa depois do nascimento do bebê. Além dos cuidados com o novo membro da família, a mamãe precisa também cuidar da sua recuperação pós-gestação.

O puerpério pode ocorrer até a sexta ou oitava semana pós-parto, período onde os órgãos reprodutivos voltam totalmente ao seu estado normal.

A região onde a placenta se encontrava ficam pequenas feridas que se cicatrizam durante o puerpério. Se esse período não for respeitado, as feridas não cicatrizam e a mulher corre o risco de ter uma infecção e febre.

As atividades do dia-a-dia devem ser retomadas aos poucos; a mamãe precisa descansar. Dormir é essencial para evitar cansaço e irritação. Isso não quer dizer que necessite ficar deitada a quarentena inteira. Os exercícios que a mulher faz para sentar, levantar e andar estimulam a musculatura abdominal e isso é bom para voltar a forma anterior.

A dor é o termômetro do esforço da mamãe. É a própria mulher quem vai impor o limite na sua vida diária. Normalmente, em 45 dias a mulher já faz os serviços de casa sem dificuldade. Exercícios físicos são proibidos. Nadar e caminhadas somente depois de 45 dias. Ginástica e corrida depois de dois meses e para os esportes coletivos deve-se esperar três meses.

O ato de dirigir um carro, pisando nos pedais, requer o trabalho da musculatura abdominal e do períneo (região entre o ânus e a vagina), prejudicando a cicatrização, e isso impede a mulher de dirigir no primeiro mês pós-parto.

Outro impedimento no primeiro mês é o sexo. o útero pós-parto fica na altura do umbigo e o cólo está pérvio (aberto), com eliminação de lóguios (secreção pós-parto). Por isso, pode haver infecção puerperal ascendente (endometrite – inflamação do endométrio) e ainda machucar a incisão abdominal que está em cicatrização.
Os vasos do útero onde antes ficava a placenta estão abertos e há risco de contaminação e infecção durante o sexo. O atrito do pênis durante a penetração também causa dor, além de repouso absoluto devido a cirurgia, pois foram cortadas varias camadas de pele que necessitam de tempo para a cicatrização interna e externa. O sexo deve começar devagar e gradualmente.

terça-feira, 9 de março de 2010

Amamentação - Mastite


Nos ultimos dias venho sofrendo com fortes dores nos seios, sinto mal estar e dores musculares como se eu estivesse gripada. Meu leite não está saindo, embora meus seios estejam super inchados... É A TAL DA MASTITE!
Amamentar é lindo, mas é sofrido quando começam as complicações.
Agora estou medicada, tomando antibióticos e antinflamatórios, a coisa parece que vai melhorar.

Pensando em ajudar outras mulheres, segue um resuminho do problema.
Mulheres, grávidas, mamães... previnam-se!
Amamentar deve ser um ato de amor, não de dor.

Abraços

O que é mastite?
A mastite é uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e acontece com maior freqüência no pós-parto, principalmente na primeira gestação. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes.

A forma de evitar a inflamação é não permitir o acúmulo de leite nos ductos. Nesses casos, as mamães devem realizar uma massagem nos seios no chuveiro quente após a mamada. Para retirar o leite excedente, basta fazer uma massagem na auréola e no restante da mama com a mão espalmada. Depois, deve-se segurar o seio com o polegar em cima do bico e o indicador embaixo e fazer um movimento de ‘aperta e solta’.

A ginecologista Andréa Godoy Lopes alerta que esse método é correto apenas para quando ainda não há a mastite no seio, realizando um exercício profilático, ou seja, de prevenção. “Quando existe inflamação ou infecção, a mulher não deve utilizar temperatura alta sobre as mamas, pois aumenta o processo inflamatório”.

O tratamento da mastite é feito normalmente com antiinflamatórios, antibióticos e compressas de gelo. Qualquer método deve ser indicado exclusivamente pelo médico que acompanha a mamãe e o bebê.

Muita gente confunde a mastite com o ingurgitamento, porém uma coisa não tem nada a ver com a outra. O ingurgitamento é um processo natural caracterizado pelo endurecimento das mamas. É o famoso empedramento. A mastite, por outro lado, vem à tona quando as placas de leite não são desfeitas e muito menos ordenhadas. Dessa forma, as áreas afetadas pelo problema ficam vermelhas e doloridas. A mulher sente dores musculares semelhantes às provocadas por gripe, febre e náuseas. Nesse caso, a única saída é tomar medicamentos sob a orientação do médico.

Mulher


Mulher
Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.
Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai, sem perder a conta,
sem se dar conta, de que esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi usurpado e que agora é por ela ocupado.
MULHER...
Esse SER florado,
esse SER adorado,
esse SER adornado,
que nos poem em um tornado,
nos deixa saciado e transtornado,
que nos faz explodir e sentir extasiado.
SER admirado...
PARABENS MULHER !!!
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.
Parabéns!

domingo, 7 de março de 2010

O segredo do casamento



A estatística informa que o percentual de casais que se separam após o nascimento do primeiro filho vem crescendo, que a harmonia entre marido e mulher cai em crise quando se tornam pais e mães. Definitivamente eu não estou no percentual das estatísticas. Depois que nossa filha nasceu, a relação de amor, união e admiração entre mim e meu amor cresceu, cresceu ao ponto de eu poder afirmar que estou muito, mas muito mais apaixonada por ele de que no dia em que nos casamos. Ele me surpreende a cada dia com a sua ternura de pai, é prestativo como nunca foi e tem um brilho de apaixonado nos olhos que só uma coisinha linda como a nossa bonequinha é capaz de dar.

Pensando nisso... irei postar hoje o texto extraído do blog "Refletir e sentir" que achei muito interessante...

(http://refletiresentir.blogspot.com/2010/03/casamento-duraduro.html)


CASAMENTO DURADOURO

O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo, no fundo, é renovar o casamento! Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.

De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua de mel, sem os filhos… Sem falar nos inúmeros kg que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, o corte de cabelo.

Tudo isso pode ser feito sem que você se separe. Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou marido por 30 anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com as mesmas piadas.

Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos. Não é preciso um divórcio para ter tudo isso.

Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos. Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal “estabilidade do casamento”, nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto.

Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive ao seu lado. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso, de vez em quando, é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo com o mesmo par.


Dicas para uma amamentação sem dor


"Problemas comuns no período pós-parto incluem desconforto no bico do seio (ardência), sangramento na ponta, ingurgitamento mamário, ductos obstruídos, mastite (infecção no seio) e rachaduras no bico do seio. Exceto quando há suspeita de infecção, o cuidado com estas afecções é basicamente orientação, e o aleitamento deve prosseguir."

Causas de Irritação e Sensibilidade nos Mamilos Durante o Período do Aleitamento

O prazer que uma mãe sente ao amamentar seu filho pode deixar de existir, caso os mamilos comecem a doer. Este incômodo é muito freqüente em mães que amamentam pela primeira vez. Mulheres de pele clara são mais propensas a sofrer de sensibilidade dos mamilos. A sensibilidade dos mamilos pode causar muita dor, podendo fazer com que a mãe desista de amamentar. Entretanto, existem muitas opções que podem ser utilizadas para tratar a sensibilidade mamilar excessiva, sem que o aleitamento seja interrompido.

Seus mamilos podem ser machucados quando a posição que seu bebê adota para mamar não é a correta. Ou, ainda, os mamilos podem doer quando o bebê não se adapta bem quando você começa a amamentá-lo. O tamanho e a forma de seus mamilos também pode afetar esta adaptação, assim como a forma da boca de seu filho. A forma com que seu bebê suga pode ser a causa da dor nos mamilos. Uma outra possível causa de sensibilidade dos mamilos pode ser uma infecção produzida por um fungo no mamilo ou uma infecção nos seios.

Como Diminuir a Sensibilidade nos Mamilos

As seguintes sugestões podem ajudar no tratamento de seus mamilos sensíveis, levando a melhora após alguns dias:

· Diminuição da ansiedade. Procure relaxar - se houver uma antecipação de que você irá sentir dor ao amamentar, esta ansiedade será capaz, por si só, de ser uma cauda de aumento da dor. Escute música ou faça exercícios de relaxamento antes da amamentação. Outras dicas seriam: tome sucos naturais; de oito a 10 copos grandes de líquido (300 a 360 ml cada) devem ser consumidos diariamente.; umedeça os bicos dos seios com água morna; tome uma ducha morna. Estas sugestões ajudam você a relaxar e estimulam o reflexo de descida do leite. Seu bebê tenderá a sugar com mais força quando este reflexo não for bom, causando aumento da dor - a sucção muito forte fará com que seus mamilos doam ainda mais.

· A mulher que amamenta deve usar um sutiã confortável, sem linhas de plástico, para evitar o estiramento dos ligamentos que sustentam as mamas.

· A mãe deve massagear seu seio, a área do bico e a aréola para promover a descida do leite e aumentar a protuberância do bico. O bebê é sustentado por ambos os braços em cima de um travesseiro e trazido ao seio. Uma pequena quantidade de leite é espremida na boca do bebê; quando sua boca abrir, a aréola e o bico são inseridos, O bico deve ser colocado no palato duro para estimular a sucção.

· Inicie a amamentação pelo seio menos sensível. A princípio, seu bebê suga com mais força para alimentar-se porque está com fome. Geralmente, esta força para sugar diminui ao mamar no outro seio. Quando seus mamilos tiverem melhorado, mude sempre de mamilo ao começar cada amamentação. Isto conservará equilibrada a produção de leite em cada um dos seios. Quando ambos os mamilos estão sensíveis, comece sempre com o seio que foi oferecido por último na mamada anterior.

· Enquanto os mamilos estiverem sensíveis, troque a posição para amamentar para providenciar que uma parte diferente de seu mamilo seja espremida em cada mamada. Mas sempre mantenha seu bebê olhando para seus seios.

· Seu bebê pode ter dificuldade de adaptar-se ao seu mamilo quando seus seios estiverem cheios e endurecidos. O uso de compressas morno suaviza os mamilos e a aréola (a parte escura que circula o mamilo). Outra opção é a retirada de um pouco de leite antes de iniciar a amamentação. Isto estimula o reflexo de ejeção do leite, e também amacia o mamilo, facilitando com que o bebê se adapte melhor ao mamilo.

· Verifique a posição que seu filho usa para mamar. Coloque 4 dedos debaixo do seio e o polegar por cima. Suavemente, aperte seu mamilo pressionando com o polegar e o dedo indicador. Com a boca de seu bebê completamente aberta, coloque a maior parte possível da aréola e mamilo no interior da mesma. O mamilo deve ficar no centro da boca do bebê. Quando o bebê suga apenas a ponta do mamilo, você ficará com estes sensíveis, rachados ou sangrando.

· A posição do bico do seio na boca do recém-nascido é importante na prevenção de ardência e de rachaduras. A gengiva do bebê deve ficar de O,5 a 1,0 cm atrás da junção do bico/aréola, para liberar o leite dos seios. O lábio inferior e a língua de seu filho podem ser a causa da sensibilidade em seus mamilos, portanto puxe para baixo o lábio inferior certificando-se de poder observar sua língua. Fique atenta para que o lábio inferior de seu filho não seja sugado dentro da boca durante a amamentação.

· Você pode querer alimentar seu filho a cada 2 horas durante 5 a 10 minutos de cada vez até que seus mamilos melhorem. Retorne ao horário habitual assim que sentir que não há mais sensibilidade.

· Coloque seu dedo mínimo ("mindinho") dentro da boca de seu filho para interromper a sucção quando o bebê houver terminado de sugar o seio. Isto ajuda a prevenir a sensibilidade dos mamilos.

· Utilize apenas água para lavar os seios. Não utilize sabão, álcool e outras substâncias para efetuar a limpeza dos seios ou mamilos.

· Após a amamentação, seque os mamilos com um pano limpo e macio. Após alimentar o bebê, você pode deixar os seios descobertos e expostos ao ar por alguns minutos. Faça isto deixando baixadas as abas de seu sutiã de lactação. Não utilize um secador de cabelos para secar os mamilos - o ressecamento exagerado de seus mamilos, irá piorá-los invés de melhorá-los.

· Após secar os mamilos, uma camada de vaselina pura deve ser aplicada sobre eles, com a finalidade de prevenir o seu ressecamento exagerado. Após cada amamentação, aplique uma nova camada de vaselina. Algumas mães aplicam vitamina E líquida sobre os mamilos para melhorá-los e prevenir o ressecamento.

· Troque os absorventes de seus seios a cada vez que estiverem molhados.

Caso Não Haja Melhora

· O bebê pode apresentar aftas na boca, causadas por fungos. Estes podem ser a causa de uma infecção nos mamilos. Verifique a boca de seu bebê e procure por placas brancas (seu bebê também pode apresentar irritação na região das fraldas causada por estas aftas). Esta infecção também pode ser a causa das dores que você sente em nos seios, durante e após a amamentação. Os médicos receitarão para você e para seu bebê medicamentos para tratar este quadro infeccioso.

· Geralmente a irritação desaparece após a 20ª amamentação. Nesta época seus mamilos deverão ter se tornado mais resistentes, e você provavelmente estará amamentando sem sentir dor. Algumas vezes a dor dos mamilos piora antes de melhorar. Isto é mais freqüente quando a pele da mãe for muito clara.

· Caso seus mamilos não melhorem, fale com seu médico.

· Pode ser necessário utilizar uma bomba elétrica para extrair o leite, caso você não se encontre em condições de amamentar o bebê devido à sensibilidade e irritação mamilar. A retirada artificial de leite é uma forma rápida e fácil de esvaziar seus seios e aumentar a produção de leite. O uso da bomba para os seios dá tempo para que estes melhorem. Para mais informações a respeito destas bombas, pergunte a seu médico.

Quando Procurar o Médico

O médico deverá ser consultado se a mãe apresentar:

- Calafrios ou temperatura acima de 37ºC
- Dores de cabeça ou musculares
- Dor ou vermelhidão em um ou ambos os seios. Isto significa que a mãe pode estar com uma infecção nos seios e irá necessitar de tratamento.
- Os mamilos apresentem vermelhidão, dores em pontada ou ardor, ou caso ocorram dores em pontada nos seios durante e após a amamentação. Estes sinais e sintomas podem indicar que talvez você tenha uma infecção causada por fungos. É necessário utilizar medicamentos para tratar esta infecção.
- Caso a dor nos mamilos seja tão intensa a ponto de impedir a mãe de estimular o reflexo de ejeção (descida) do leite.


SEJA BEM VINDA, GIOVANA!!!



Começa agora uma nova vida, com um sentimento de carinho e união que só um bebê tão desejado poderia trazer.

Acaba de nascer uma luz
Uma luz de novos planos
De novos momentos.
Essa luz está cheia de encantos,
Cheio de magias,
Cheio de vida.
Está luz é o fruto de dois corações,
É o mais novo ser do mundo
Um ser lindo
Tão pequeno...
Anjinho...
Que veio para ensinar o que é amor.
Anjinho
Que veio para amar e ser amado.
Anjinho
Cheio de glória, cheio de Benção.
A partir de agora
Esse Anjinho vai aprender como saber viver no amor
Aprender os passos para chegar até a Felicidade.
Sejam bem vindos seus guardiões que acabaram de nascer
Seja bem vinda essa luz que acaba de chegar
Seja bem vinda, Giovana!


“Como é que vamos te agradecer, Senhor da vida, com que palavras?
Obrigado por seus olhos e por suas mãos tão perfeitas,
Obrigado por seus pés e por sua pele tão fina,
Obrigado por seu corpo e por sua alma tão delicada,
Em Tuas mãos de ternura nós a depositamos para que cuides dela
e lhe faças carinhos e a enchas de doçura.
Pai Santo e querido, põe um anjo ao seu lado para que impeça a passagem da doença e
de todo o mal.
Guie pelas sendas da saúde e do bem estar.
Que o bem, a paz e a Bênção acompanhem-na todos os dias de sua vida.
Amém.”


:)

sábado, 6 de março de 2010

As 10 maiores surpresas da vida após a chegada do seu bebê


1. O relacionamento do casal muda (para melhor ou para pior)
2. O seu tempo some
3. Você muda de cara e de corpo (tanto a mãe quanto o pai!)
4. Você mergulha num mundo que é só seu
5. Você é mais forte do que imaginava
6. Você morde a língua e comete os "erros" que criticava
7. Sua relação com os amigos também muda
8. Tem horas em que você simplesmente quer fugir
9. Você sente o maior amor do mundo
10. Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe

Por mais que você se prepare durante 9 meses, não tem jeito: a vida como pai e mãe é sempre surpreendente.
Ter um bebê em casa é muito desafiador. Ele pode te fazer chorar de tristeza e de tanto rir, vai fazer você esquecer tudo aquilo que precisava tanto fazer, mas que agora pode ficar pra depois. A vida que você tinha antes vai simplesmente desaparecer, sumir... E aí ele vai fazer surgir uma vida nova, muito mais complicada que a de antes, mas muito mais bonita (talvez até a mais completa).
1. Sempre ouvi dizer que o relacionamento de um casal muda com a chegada do primeiro filho - pode ser para melhor ou para pior. Dizem que os conflitos aumentam drasticamente, a intimidade emocional e física despenca. Mas comigo e com meu amor está sendo bem diferente: Os novos desafios só fizeram bem a nós dois, estamos mais unidos, mais cúmplices e ainda posso dizer com convicção que amo meu marido mais que antes e que a sensação de sermos agora pai e mãe, além de marido e mulher, cresceu a admiração e o respeito entre nós.

2. Um banho demorado e tranqüilo, com direito a sessão de cuidados com a pele, ouvir música, ver meu programa favorito... Tudo isso agora virou um luxo. Mãe não tem tempo para isso! Esse comecinho é bem corrido e exaustivo. Lidar com as mamadas, sonecas, cólicas e fraldas ocupa todo o meu tempo livre, todo mesmo!!! Dizem que depois isso muda, desacelera... Vamos ver...

3. Uma das coisas que mais muda depois do bebê é a mudança física que pega a gente de surpresa: quadris enormes, barriga nada lisinha, pés maiores, seios inchados e gorda. Mas os pais muitas vezes também mudam, alguns costumam ganhar peso junto com a mamãe.

4. Você passa a participar de uma nova sociedade. De uma hora para outra estranhos sorriem para você e mulheres puxam o papo na fila do supermercado. Você começa a conversar com os vizinhos do prédio, fala com as mamães que vê pela rua, etc. Impressionante!

5. É incrível ver do que sou capaz. Nunca imaginei que conseguiria me virar como está sendo, dormir tão poucas horas por dia e comer menos ainda do que eu imaginava conseguir. Embora eu fraqueje de vez em quando, me sinto - sim - uma pessoa mais forte.

6. Sempre jurei que nunca ia deixar minha filha dormir na minha cama, ficar tempo demais no colo, essas coisas... Mas depois que a Giovana nasceu já comecei a perceber que as coisinhas que eu recriminava, eu acabo fazendo... A gente até pode ter convicções sobre como criar uma criança, até chegar a nossa e a gente percebe que ela é uma pessoinha cheia de vontades e personalidade, que nem sempre se encaixam nas nossas "certezas". Aquilo que era um "erro" de repente vira a única coisa que funciona para a família e você percebe que não há muito de certo ou errado nessa história de ter filhos.

7. Outra mudança: os amigos. O afastamento em relação aos amigos que não têm filhos é inevitável. É difícil para uma pessoa solteira ficar ouvindo papos sobre o cocô do bebê ou se ele está mamando direito (é difícil escapar dessa conversa, afinal seu universo gira em torno disso). Acredito que as amizades fortes e verdadeiras sobrevivem depois do afastamento inicial, mas sei que vai ser preciso ter paciência.

8. É pura realidade dizer que existem um monte de tarefas chatas para fazer depois que nasce seu bebê, somadas as noites em claro, a frustração de não saber nem por que afinal das contas ele chora tanto, etc. Então conte até dez, se afaste se for preciso, deixe o nervoso passar e siga em frente, sabendo que todo mundo sente vontade de fugir de vez em quando.

9. Todas as emoções adquirem um novo nível de profundidade. Tudo fica mais intenso. Assistir ao jornal que mostra problemas com crianças vira uma tortura. Ver o bebê dormir já traz lágrimas aos olhos. A saudade toma uma dimensão estranha: algumas horas longe do seu filho parecem uma semana!

10. Já ouvi muitas vezes isso "quando nasce um bebê, nasce também uma mãe". É a mais pura verdade. Eu nasci, nasci de novo para um mundo totalmente diferente. Ser mãe é diferente de tudo o que já vivi até aqui. Sinto um amor que nunca senti antes, sou mais paciente (coisa que jamais fui), agora tenho mais medos e ao mesmo tempo estou mais corajosa. Pela minha filha sou capaz de tudo.

A gente pode...

Causa e efeito...


Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos doeu na nossa infância…
Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem
lembrarmos o que passamos quando nos exigiram isso…

Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós…
Quantas vezes nos irritamos nas ruas sem percebermos que nossa irritação também causa mal aos outros…

Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros…
Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes…

Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais…
Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não damos aos nossos filhos…

Quantas vezes perdemos a paciência com idosos esquecendo que a velhice chega para todos…
Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais…

Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem…
A maior parte da vida deixamos a Vida passar sem senti-la no coração…

Texto extraido do blog http://refletiresentir.blogspot.com

quinta-feira, 4 de março de 2010

A primeira saída de casa


Ir ao médico pode ser coisa simples, mas não pra uma mãe de primeira viagem que teve que levar sua filha ao médico pela primeira vez.
A preparação para sair de casa agora é bem diferente da nossa antiga rotina. Agora o ritual de banhar, vestir e sair mudou para banhar + limpar + vestir + mamar + arrumar sacola e depois banhar + me vestir pra sair.
Giovana banhada, fralda limpinha, vestida com roupinha de sair, bolsa arrumada e bebê conforto a postos... depois foi hora da mamãe aqui. Tudo isso demorou mais de uma hora.
Ai que frio na barriga quando entrei no elevador indo pra garagem. Nunca havia saído com a minha bebezinha de casa antes, que medo! No caminho, só tinha olhos pra ela, que se mexia muito com o balanço do carro... e eu pensava “porque será que ela não acorda com o carro balançando, mas acorda com um alfinete que cai no chão do quarto durante a madrugada?”.
Chegando no local da consulta, fui fazer a ficha dela na recepção. Que gracinha! “Paciente Giovana, sala 2”, soou engraçado pra mim... rsrs.
Durante a consulta mais aflição. Ai que pavor de ver a médica amassando a barriguinha da Giovana enquanto ensinava como fazer massagem para cólica. Mais aflição ainda quando me pediu pra segurar firme os bracinhos dela enquanto examinada o ouvidinho. Quanto choro! Doía em mim.
Mas acabou tudo bem. Minha filha é saudável e isso me faz feliz.
Criança chorando o remédio é peito. Foi o que eu fiz (ou tentei fazer) quando terminou a consulta. Fui até o fraldário e percebi que eu estava totalmente despreparada! Como se faz pra dar mama a uma criança com uma camisa sem botões na frente? Que falta de preparo! A missão de dar mama e fazer minha filha calar virou um caos!
Desisti. Melhor ir pra casa.
Então foi assim. Na próxima consulta vou tentar ser mais experiente no assunto.
Oito dias de vida e ela já me ensinou mais do que se pode imaginar... e isso é só o começo.
bjs

segunda-feira, 1 de março de 2010

OS PRIMEIROS DIAS


Os primeiros dias de vida da minha pequena princesa estão sendo incríveis...
Os 1º, 2º e 3º dia no hospital foram bem tranqüilos. A recuperação da cesárea não poderia ter sido melhor. Nada daquele terrorismo todo que me disseram de que mulher operada não consegue andar, sente dor no primeiro banho, não pode falar porque se enche de gazes, não pode isso, não pode aquilo, etc, etc e etc. Nadica de nada de tudo isso. Não senti dor alguma, tonteira, coceira, enfim... o dia seguinte foi ótimo, só curtindo e lambendo a cria. Só!
Já em casa a rotina tem sido a mesma: peito, choro, peito, choro, peito, choro.... hahahaha Mas a paixão é tão grande que tudo se torna uma delicia, não sobra espaço pra cansaço, nem stress, nem nada disso... só amor, só amor, só amor!!! Um amor enooooooooooorme!!! O amor pelo meu marido também se multiplicou, e como... minha vida é só amor! Ele tem sido um paizão... e um grande amor mais do que tudo.
Ela é a coisa mais linda do mundo! Uma benção de Deus. Foi tão desejada... nada poderia ser diferente.
Está sendo fantástico, lindo, uma experiência incrível! A vida com ela é diferente, tudo mudou, eu mudei...e tudo pra melhor... o resto é só resto, nada mais importa, só a minha filha.